A partir do momento que você deduz que alguém é mais ou menos homem, você já aderiu uma visão pós-moderna e deturpada.
O homem é o que é por essência, não por quantidade. A partir do momento que você atribui quantidade ao "ser homem", você está implicitamente dizendo que alguém pode ser metade homem e metade mulher, ou pior, daria pra dizer que um homem é 0% homem, portanto, completamente mulher ou algo sem nenhuma determinação nos polos (coisa que vai contra muitas tradições antigas).
E se ser homem for uma questão quantitativa, isso também deixa implícito que para ser homem você precisa reforçar esse título, reduzindo a essência de ser homem a um mero processo mecânico que pode "enferrujar", ou se reverter, caso você não realize o "processo de ficar homem" regularmente.
O que existem são comportamentos tipicamente masculinos e femininos, que podem ser predominantes no homem ou na mulher por vários fatores ou em determinado momento, mas eles não alteram a essência do ser.