Bastou um email, assinado com um nome feminino - Joana Sousa Silva - e uma alegação de violência doméstica para que a vida de Ico Costa, realizador de cinema desde 2012, ficasse enredada numa história real e dramática que parece não ter fim.
Sem nenhuma prova de uma queixa oficial às autoridades, o cineasta viu, por exemplo, o festival IndieLisboa cancelar dois filmes ligados a si no ano passado. De vencedor em 2024, Ico Costa passou a agressor em 2025, sem hipótese de defesa. E a “mulher” nunca apareceu. Foi apresentada queixa por denúncia caluniosa e há uma investigação em curso.
A CNN Portugal teve acesso ao processo e sabe que o principal suspeito de ser o autor das falsas acusações é alguém do sexo masculino e está ligado ao meio artístico.
Leia a história completa no link na bio.
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